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Vacinação: por que é tão importante?


O ditado "melhor prevenir do que remediar" se aplica muito bem à vacinação. Muitas doenças que antes eram drásticas no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública graças à vacinação em massa da população.


Quando alguém é infectado pela primeira vez por um antígeno (substância estranha ao organismo), como o vírus do sarampo, o sistema imunológico produz anticorpos (proteínas que atuam como defensoras no organismo) para combater aquele invasor. O que a vacina faz é gerar essa proteção (imunidade): possuindo o mesmo antígeno causador da doença contra a qual atua, a vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos, gerando imunidade. Assim, caso a pessoa vacinada seja infectada futuramente, seu organismo responderá muito rapidamente a esse invasor, evitando que ela fique doente.


Doenças comuns no passado, como a poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche, estão controladas no Brasil graças à vacinação. Mas isso não significa que a vacina contra essas doenças é desnecessária. Algumas delas ainda são comuns em outros países e podem ocorrer até mesmo entre nós, já que o grau da imunização pode não ser o adequado para todas as pessoas igualmente. Além disso, a globalização pode transmitir a doença pelo mundo, e quem não for vacinado fica sujeito a contrair a doença , contribuindo também para disseminá-la.

A situação é ainda pior quando se tem muitas pessoas não vacinadas, podendo haver surtos de doença, como observou-se recentemente com a febre amarela.

Portanto, a vacina é um aliado fundamental para o cuidado com a saúde pessoal e pública.

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