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Biotecnologia, o futuro do meio ambiente.


A biotecnologia tem inúmeras vertentes, sendo uma delas na parte ambiental. E uma das maiores preocupações na atualidade é com o meio ambiente, sendo este um fator importante para a nossa sobrevivência. Estimasse que cerca de 8 milhões de toneladas de plásticos são destinados aos oceanos a cada ano, e precisam de décadas para se degradarem, além de liberar microplásticos no ambiente afetando não somente a vida marinha, mas a dos consumidores, da cadeia trófica e da biosfera.

Outro fator ocorrido nos últimos anos é a expansão do agronegócio, seja pelas plantações ou ainda na pecuária. De forma que afete diretamente a vida dos polinizadores e nos ciclos do carbono, metano e nitrogênio. E assim aumentando a emissão de CO2, sendo diretamente proporcional ao efeito estufa, acarretando nas mudanças climáticas, como foram observadas as altas temperaturas no Canadá, e ainda as frentes frias no Brasil em Julho de 2021.

No caso das indústrias, temos além de emissões de gases, despejos de dejetos em ambientes inadequados e resíduos líquidos e sólidos. Podendo acarretar em um aumento de nutrientes ocasionando a eutrofização em lagos, fazendo com que o corpo aquático fique inviabilizado e acabe com as vidas ali presente.

Nos últimos anos é visível a preocupação dos consumidores com o meio ambiente, segundo John Doehrr “A tecnologia verde pode ser a maior oportunidade econômica do século XX”. Em alguns países, e até mesmo no Brasil, é possível ver a utilização de folhas de bananeiras como embalagens, canudos ecológicos, carros elétricos e outros. São movimentos importantes e estão crescendo de forma exponencial.

Mas de que forma a Biotecnologia é inserida?

Por ser muito ampla, ela pode ajudar de inúmeras maneiras, existem pesquisas concretas para produção de carne por meio de uma única célula tronco, produção de biocombustíveis, tratamento de resíduos, utilização de enzimas para eliminação de alguns compostos. Além da produção de transgênicos, diminuindo a utilização de agrotóxicos.

No caso dos plásticos, a pesquisa do Doutor Syranidou e outros, busca utilizar de microrganismos que se acumulam ao redor do material e estimulam a biodegradação, ou ainda, plásticos biodegradáveis produzidos por microrganismos. Mas existe uma maneira mais viável, acessível e obrigatória por lei, a qual seria: O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), oferecido por nós da Biotec Júnior para você e sua empresa, salvando o meio ambiente e o seu bolso.

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